terça-feira, 23 de junho de 2009

P. S.


...Por vezes, eu mesma fico abismada com esse sentimento de Nostalgia que vem me visitar muito de vez em quando...
Ontem foi um dia desses...assisti a um filme que tem um significado muito importante para mim...é um filme que já está antigo, creio eu que todo mundo já assistiu, e eu consegui chorar novamente pela vigésima vez no seu final...estranho isso...
No entanto..ontem a última carta do filme me chamou a atenção de uma maneira muito diferente, e resolvi compartilhar com alguém que tenho certeza que irá ler, e que irá se lembrar de um momento diferentemente especial também...Transcrevo:

"Querida Holly, eu não tenho muito tempo. Não digo literalmente. Você foi comprar um sorvete e vai voltar logo. Mas tenho a impressão de que é a ultima carta. Porque só resta uma coisa a lhe dizer. Não é para se lembrar sempre de mim ou comprar um abajur, você pode se cuidar sem a minha ajuda. É para lhe dizer como você mexeu comigo, como você me mudou. Amando-me, você fez de mim um homem, Holly... e por isso eu sou eternamente grato. Literalmente.
Se pode me prometer algo prometa que... sempre que você se sentir triste ou insegura... ou que sua fé vacilar... você vai tentar olhar pra si mesma com meus olhos. Obrigado pela honra de tê-la como esposa. Não tenho do que lamentar. Tenho muita sorte. Você foi minha vida Holly, mas eu sou apenas um capítulo da sua. Haverá mais. Eu prometo.
Portanto aqui vai meu grande conselho. Não tenha medo de se apaixonar de novo.
Fique atenta àquele sinal de que não haverá mais nada igual."



P.S: Eu sempre te amarei!

2 comentários:

Jully Barreto disse...

Ainnnnnnnnnnnnnnnnn arrepiou!
Que lindo... adorei seu blog, amei sua visita e fiquei encantada com o post...
Por mais incrível q possa parecer, n conheço esse filme... mas depois desse post certamente entrou pra lista dos próximos filmes à assistir! rsrs
Um super beijoooooooooooooooooo

NBC - Navegantes da Barca de Cristo disse...

Esse filme é emocionante e para quem sabe observar, existem mensagens paravilhosas nas entrelinhas textuais de cada personagem.
Sofremos com a perda por que não nascemos para perder. No entando, desde que nascemos nós já começamos a administrar nossas perdas.
Perda do lugar tranquilo no ventre de nossa mãe, perda de nossos brinquedos, perda de nossa inocência, perda de nossa infância.
Em fim, tudo podemos perder, mas de Deus não. COm Deus temos sempre que proporcionar o reencontro.
Vc é linda, abençoada e Deus olha com os dois olhos pra vc todos os dias.
Andréa Farias
http://nabcristo.blogspot.com